segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Amparado


gosto de pudim e cheiro de saudade...


lembranças de meu avô, que é minha referência masculina. Ainda hoje sinto seu cheiro, os sabores de sua casa, a sensação da janela... ahhhh aquela janela!!! Lá compreendi o mundo de fora, me socializava, via o além. Até hoje me debruço sobre as janelas e é como se estivesse na Rua Amparo, como se estivesse amparado por meu avô.
* parte de um email trocado com meu amado Wagner Schwartz
** falta grave: não sei quem fez essa foto da Rua do Amparo-Santo Amaro (rua de meu avô)

2 comentários:

Bernardo Guimarães disse...

menino ainda, entre 60 e 65, passava duas vezes por ano em Santo Amaro para as férias; lembro ainda do cheiro da cidade, diferente de Cachoeira, Muritiba, Cabeça, Sanantonio...

maria guimarães sampaio disse...

Edu, lindo o texto e linda foto (não terá sido nossa Mabel?). Beijos da santamarense que não mereceu nascer lá. Hoje uma enfermeira do Núcleo me perguntou se meu irmão também nasceu lá e eu, com um sorriso caidaço respondi: nem eu...