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terça-feira, 5 de abril de 2016

Delícias e belezas de Santo Amaro



Feirinha da Nova


O Jardim de Judite promoverá, no dia 16 de abril, a primeira edição da Feirinha da Nova onde haverá artesanato, culinária e espetáculos para toda família, das 13h às 19h, no bairro Nova Santo Amaro. O espaço pretende dar visibilidade à produção artística e gastronômica de Santo Amaro, reunindo trabalhos artesanais em várias técnicas, doces, salgados e no almoço além da tradicional maniçoba, serviremos ximxim de galinha.

Programação

13h - abertura
15h - apresentação da banda Rota Americana (Santo Amaro)
17h - 1/4 de Lembranças - apresentação do Grupo X de Improvisação em Dança (Salvador)

Quem for ao local, vai conhecer e aproveitar as novidades de:

Artesanato

Ana Rosa Freitas - miniaturas, bonecas de EVA e roupinhas de para cachorro
Arte de Avó (Consuelo Rocha) - brinquedos em feltro
Café Atruá - cadernos artesanais
Daniela Soares - bonecas
Dinorah Oliveira - variados
Fátima Tchan e Carla Estephânia - variados
Maine Jesus - imã e aquerela
Mosaico das Artes (Conceição Romano) - variados
Nei Lima - bolsas e colares
Gal Castro - variados
Gildália de Oliveira - artesanato em tecidos
Iraci Pinheiro - artesanato em tecido

Piju Pijaminhas - pijamas infantis
Shirley Souza - artesanato em papel

Almoço

Celma Nascimento - Maniçoba
Tânia Santos - Ximxim de galinha, feijão fradinho e arroz

Doces e Salgados

Bolo das Meninas - bolo
Carla Romano - quiche e bolo de pote
Doceiras de Santo Amaro (Silvia Santos) - doces
Dona Angelina - sequilho
Empadaria - empada
Linda e Ana Paula Monteiro - doces
Patrícia Titi - banana real e pastel

Bebida artesanal
Maine Jesus - Geladinho de cachaça

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Um Jardim para Judite

Espetáculo “Judite quer chorar, mas não consegue” comemora 10 anos

Em março, Santo Amaro receberá um Jardim para Judite para contar a história da lagartinha que conquistou a Bahia e o Brasil

foto Arthur Scovino

Criado em 2006, “Judite quer chorar, mas não consegue!” é um espetáculo de dança do coreógrafo-intérprete Edu Oliveira, conhecido como Edu O., direcionado ao público infantil, que trata poeticamente das transformações e perdas que enfrentamos ao longo da vida. Contada através de Judite, uma lagarta que recusa sua transformação em borboleta e prefere se acomodar no jardim por desconhecer o futuro, o espetáculo também comoveu e conquistou os adultos, que se identificaram muito com a lagarta Judite. “A história propõe uma reflexão sobre a dor e solidão dos indivíduos, numa sociedade contemporânea que procura padronizar as identidades e os desejos a partir de modelos hegemônicos. Talvez seja esse um dos motivos de identificação do público”, explica Edu.

Para comemorar os 10 anos de uma trajetória vitoriosa pelo Brasil e exterior, Judite vai ganhar um Jardim em Santo Amaro, sua cidade natal e residência onde Edu O. passou sua infância e adolescência descobrindo Judite. Entre março a junho, o quintal da casa 53 abrigará uma instalação interativa, intitulada Um Jardim para Judite, criada por Edu O. e pelo artista visual Valter Ornellas. Nele, crianças e adultos vão ter um verdadeiro encontro com o real e o lúdico através dos elementos referenciais da obra “Judite...” com cores, cheiros, sons, objetos e imagens que possibilitem uma experiência sensorial e estética a todos os visitantes.

O espaço também receberá oficinas e apresentações artísticas seguidas de bate-papo, realizadas sempre na segunda semana de cada mês. O Jardim ainda vai abrigar Encontros Aborboletados, promovendo uma reunião de artistas e grupos locais com artistas e grupos visitantes para trocarem experiências e realizarem propostas artísticas que dialoguem com a estética do espetáculo. 

O projeto é patrocinado através do Edital AGITAÇÃO CULTURAL - Dinamização em Espaços Culturais da Bahia, SECULT BA.

  
foto Lara Lins



Serviço

Lançamento Um Jardim para Judite

Performance de  Lívia Matos – A sanfonástica mulher lona
Dia: 05 de março
Horário: 16h
Local: Rua C., Casa 53 – Nova Santo Amaro (Santo Amaro – BA)

Programação Completa

MARÇO

Dias: 08 a 11
O que: Encontros Aborboletados com Arthur Scovino e Dinorah Oliveira
Horário: 09h às 11h30

Dia: 12 
O que: Judite e o Caboclo – performance com Edu O. e Arthur Scovino 

Horário: 17h

foto Felipe Vasconcelos

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Reencontrar Judite

Reencontrar Judite é um misto de euforia, medo, gratidão... Imaginar que começamos a celebrar seus 10 anos, lembrar de tantas coisas que vivi e conquistei com e por causa deste projeto... é isso... tudo em Judite vira reticências porque não tem fim, não tem tamanho. Sempre por vir...

foto Lucas Jampietro

Encontros de Domingo - Espaço Xisto Bahia/Salvador

Judite quer chorar, mas não consegue! com tradução em LIBRAS

13 de dezembro
11 horas
Passaporte adulto + criança = R$ 20,00 ou R$ 20,00 e R$ 10,00

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Para todo mundo saber - audiobook Judite quer chorar, mas não consegue!




Há um mês aconteceu o lançamento do audiolivro Judite quer chorar, mas não consegue!

Esse projeto vem sendo gestado há muitos anos, pensado nos detalhes, com cuidado, buscando transpor para a linguagem escrita o que foi pensado para Dança.

O espetáculo "Judite..." é um sucesso inquestionável. Poucos trabalhos em Dança conseguem se manter por tanto tempo, principalmente uma produção independente que nunca recebeu apoio para manutenção ou continuidade. Fomos contemplados ao longo do tempo com inúmeros editais de circulação, temporada, convidados para importantes festivais e isso contribuiu muito para Judite se renovar, se atualizar, amadurecer e permanecer.

A publicação do audiolivro tornou-se, então, uma consequência inevitável, assim como os outros desdobramentos do trabalho, como a oficina Despertando Judites, por exemplo.

Com texto escrito por mim e narrado por Malu Mader, o livro tem ainda ilustrações de Clarice Cajueiro e o cd conta com trilha criada e executada por Cássio Nobre.



O que não poderíamos imaginar é que o audiolivro tomasse a força que tomou. Desde o seu lançamento até agora (1 mês), já foram vendidos mais de 500 exemplares, metade dessa primeira edição. O que acredito ser um grande feito, já que não tivemos colaboração de nenhuma editora ou distribuidora. 

A venda está sendo feita pelo boca a boca e também com a parceria de espaços que aceitaram ser pontos de venda, em Salvador: Jhana Livros (Boulevard 161), Sebo Porto dos Livros (Porto da Barra), Museu Carlos Costa Pinto (Corredor da Vitória) e Palacete das Artes (Rua da Graça).

bottons e squize Judite quer chorar, mas não consegue!

Para quem não está em Salvador e se interessar pelo livro, basta entrar em contato pelo email eduimpro@gmail.com e passamos as indicações de como efetivar a compra.

Em Santo Amaro/BA, os livros estão à venda na Delicatessen Abelha Gulosa (Makiba).





Judite quer chorar, mas não consegue!

Texto de Edu O.
Ilustrações de Clarice Cajueiro
Capa dura
15cm x 15cm
34 páginas
O livro vem com o cd do audiolivro com narração de Malu Mader e trilha de Cássio Nobre.

Ainda temos brindes de Judite como bottons e cartão postal (R$ 2,00 cada) e squize (R$ 10,00). 

domingo, 6 de outubro de 2013

Sobre os vôos de uma lagarta-borboleta

Lembro que tudo começou para 30 pessoas, em comemoração aos meus 30 anos. Passaram-se 7 anos desde então e a força que a lagarta Judite tomou me surpreende. Sempre falei dos temas difíceis e sofridos da vida dessa lagartinha, mas ontem numa entrevista me dei conta de que o mais importante nessa história é o SONHO.

Bem lá no início que desembocou em tudo isso, está o sonho de partir, enfrentar (assim como Dom Quixote) outros moinhos de vento e o medo travou as asas e daí nasceu Judite. Bem verdade que ali estava se construindo o casulo para que eu pudesse voar mais alto do que havia imaginado e graças a ela (que é feita de todas as experiências que eu vivi e vivo) cheguei a lugares inimagináveis, tanto geograficamente quanto dentro de mim.

foto de Nei Lima, Edu autografando os livros

Judite toma força e me empurra e me joga longe com seus vôos... eu sempre penso nela lagarta, mas todos nós sabemos que já se transformou em borboleta há muito tempo. É borboleta quando recebo as palavras e os abraços de cumplicidade de quem a compreende e a tem dentro de si. É borboleta quando nos faz conhecer os meninos do IBCM onde iniciamos o projeto Despertando Judites (curso de Dança Contemporânea para crianças) que foi uma das experiências mais transformadoras que já vivi. É borboleta quando Gilles Pastor a assiste e a partir disso cria um projeto para trabalhar comigo e daí tive minha primeira experiência em teatro profissional e de cara já fui logo fazendo um Shakespeare e essa experiência se reverbera agora em São Cosme e Damião, trabalho que estrearemos dia 27/10. É borboleta no livro que produzimos em 2010 com ilustrações de amigos que assistiram ao espetáculo e nos presentearam com seus desenhos, massinhas, fotografias, arte digital, botões... E a borboletagem toda quando viaja pelo mundo, pelo interior, por outros estados? E alcança espaços infinitos quando inspira a poesia, a música, a dança, a contação de história de Ana Luiza, os desenhos, os olhares que recebemos de presente em todos os lugares que chegamos.

Voa mais alto em mim quando conseguimos realizar esse audiolivro que se transformou também em livro falado que é um projeto específico para cegos e será lançado brevemente. E pelo mais novo sonho que estamos construindo com cuidado e bem devagar para que seja duradouro e dê mais frutos que é o Casulo Juditi, uma ONG que estamos em fase de organização onde queremos que seja um espaço de arte, de troca, de criação e acessibilidade.

Judite é crisálida de asas grandes que acolhe e suporta carregar um mundaréu (amo essa palavra)... um mundaréu de amigos que vão se chegando e ficando. Que nos acompanham desde o seu nascimento até agora. De uma equipe que só agrega pessoas apaixonadas por ela, desde crianças até adultos.

foto de Nei Lima do audiotório do Museu lotado

Eu gostaria de agradecer a todas essas pessoas que são pipas acompanhando e fazendo Judite voar, mas como poderia sofrer com o esquecimento do nome de alguém, hoje, farei um agradecimento especial apenas a quem colocou o audiolivro nas nuvens e está contribuindo com este lançamento: Clarice Cajueiro, Cassio Nobre, Samuel de Assis, Malu Mader, André Mantelli, Joana Reseck, tia Mabel, Cintia Santos, Alê Nohvais, Ana Clara Oliveira, Nucleo Vagapara, Sergio Rivero, Fernanda Pinheiro, Paulo Lins, Alfa Bottons, Taty Haynne, Nyala Cardoso, aos apoiadores do Catarse porque sem esses 129 amigos não seria mesmo possível, apesar do Prêmio Arte e Inclusão que recebemos em 2011 pelo MINC, Flavia Motta, Valter Ornellas, Paloma Giolli
Fafá Daltro, Clea Maria, Aída e Catarina Gramacho (Ampla Produções e evento), a Bárbara (Diretora do Museu Carlos Costa Pinto) e toda sua equipe, em especial a Nairzinha que nos presenteou com seu projeto Cirandando Brasil.

E porque sem eles, nada faria sentido, agradecer eternamente a minha mãe Dinorah, minha irmã Paloma, meu amor Nei, Junior e ao meu pequeno-grande Rudá.

foto de Nei Lima, com Edu, Nairzinha e Cintia Santos 
fazendo tradução em LIBRAS das palestras.

Lembrando que os livros, em Salvador, ficarão à venda na loja do Museu Carlos Costa Pinto (Corredor da Vitória) e também no Sebo Porto dos Livros (Porto da Barra).

sábado, 2 de março de 2013

Para finalizar o audiobook

Estamos em fase de finalização do audiobook de Judite, que todos sabem e narrado pela Malu Maravilhosa Mader. Embora tenhamos recebido o premio albertina Brasil, do MINC, o valor deste é muito pouco diante do que conseguimos fazer. Assim, como podemos deduzir, o dindin do prêmio já acabou e estamos bancando o projeto com dinheiro próprio, o que também não é muito. Gostaria de saber de vocês, meus amigos queridos, se eu fizer uma vaquinha dessas virtuais, vocês comprariam antecipadamente ou apoiariam o audiobook? Isso já garante que vocês terão, pelo menos, o livro em mãos quando lançado e mais alguns mimos de Judite. pretendemos lançar em breve, brevíssimo, dentro de um evento maravilhoso. Tenho medo dessas coisas porque crio expectativa e fico sonhando. Aqui é papo de amigo mesmo, viu? O que vocês acham da ideia?




Eu e Malu, em foto de André Mantelli, no dia da gravação do audiobook.